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O município de Jericó é um dos 16 municípios do Médio Piranhas que será beneficiado com o Programa de Desenvolvimento Territorial (Prodeter), uma ação do Banco do Nordeste (BNB) para promover o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da economia de cada território onde atua. Nesse sentido, o secretário de Agricultura, Beto Galvão participou na segunda-feira (17), de uma reunião com o agente de Desenvolvimento do banco, Thiago Vitorino.

Segundo Beto Galvão, com a inserção de Jericó no Prodeter será criado um calendário de eventos e o município passará a trabalhar com a cadeia produtiva da bovinocultura de leite. “O BNB é um importante parceiro que chega numa boa hora para somar com os esforços que a gestão do prefeito Kadson vem fazendo em benefício do setor primário no município”, destacou.

Para o agente de Desenvolvimento do BNB, Thiago Vitorino, dessa forma, o programa realiza a combinação de políticas governamentais com as iniciativas de desenvolvimento local para promover uma cadeia produtiva sustentável.

Thiago informou que o território do Médio Piranhas é formado por 16 municípios dos quais nove irão compor o conselho para o desenvolvimento da cadeia produtiva da bovinocultura de leite. “O município de Jericó fará parte desse conselho que tem o papel de dialogar com fornecedores de insumos, empresas de beneficiamento, integradores e entidades públicas como o Sebrae, Empaer, UFCG, UEPB, IFPB, entre outros”, disse.

Além disso, serão formalizadas parcerias para o desenvolvimento de ações a fim de promover capacitação e treinamentos, realizar acompanhamento técnico e abertura de novos mercados aos produtores da região, gerando renda e emprego nos municípios.

“Por meio do Prodeter, o Banco do Nordeste irá acompanhar a atividade da pecuária leiteira do território pelos próximos quatro anos como parceiro e agente financeiro, a fim de oferecer as melhores soluções de crédito aos produtores da região”, informou Thiago Vitorino.

Lançado em 2016, o Prodeter trabalha a partir dos eixos da sustentabilidade social, econômica e ambiental. A sustentabilidade social é garantida pelo incentivo ao associativismo e pelas ações coletivas coordenadas pelos comitês locais. A dimensão econômica é fortalecida pelos incentivos à capacitação dos produtores, que resulta na incorporação de inovações e aumento da capacidade produtiva.

Já a sustentabilidade ambiental é fortalecida pela agregação do conhecimento técnico e científico e conhecimento prático dos produtores.